Microcirurgia vascular
Clipagem de aneurismas, ressecção de malformações e abordagens abertas de alta complexidade, indicadas quando a avaliação do caso aponta o acesso direto ao vaso.

Aneurisma cerebral, malformação arteriovenosa e hemorragia cerebral avaliados por neurocirurgião com formação também em neurorradiologia — as duas vias de tratamento consideradas desde a primeira consulta.
Talvez um destes seja o seu caso.
Operar o que poderia ser acompanhado e acompanhar o que precisava ser tratado são erros opostos. Os dois começam no mesmo lugar: decidir sem entender.
Doenças neurovasculares podem ser tratadas por dentro do vaso ou por microcirurgia. São caminhos distintos, com indicações distintas.
Clipagem de aneurismas, ressecção de malformações e abordagens abertas de alta complexidade, indicadas quando a avaliação do caso aponta o acesso direto ao vaso.
Embolização e procedimentos realizados por dentro do próprio vaso, por cateter, sem abertura do crânio — via amplamente utilizada no tratamento de doenças neurovasculares.
A definição considera o tipo, o tamanho e a localização da lesão, o quadro clínico e os riscos de cada abordagem para aquele paciente. Dr. Felipe Vilar tem formação em neurocirurgia e em neurorradiologia, e as duas vias são consideradas na avaliação do caso.
Avaliação de tamanho, localização, morfologia e risco de ruptura para definir entre clipagem, tratamento endovascular ou acompanhamento programado.
Estudo da angioarquitetura e definição de conduta: microcirurgia, embolização, radiocirurgia ou a combinação entre elas.
Condução de hemorragia subaracnóidea e intraparenquimatosa, da fase aguda ao acompanhamento e à prevenção de novos eventos.
Tratamento por cateter, por dentro do vaso, indicado conforme as características da lesão e o quadro clínico do paciente.
Clipagem, revascularização e abordagens microcirúrgicas em casos que exigem acesso direto ao vaso comprometido.
Tumores, coluna e outras condições neurocirúrgicas, conduzidos com o mesmo critério de avaliação e decisão.
Cada caso é avaliado individualmente. As condutas acima descrevem possibilidades técnicas e não constituem indicação de tratamento — apenas a avaliação médica presencial, com seus exames, permite definir a conduta adequada ao seu caso.
Procurar um segundo especialista em uma condição de alta complexidade não é desconfiar de ninguém — é parte de uma decisão desse porte.
Você encaminha os exames já realizados — angiotomografia, angiorressonância ou arteriografia — junto com o laudo e a indicação que recebeu.
As imagens são revisadas individualmente, considerando tamanho, localização, morfologia da lesão, sua idade, seus sintomas e seu histórico.
São apresentados o achado dos exames, as condutas possíveis, o que muda entre elas e o raciocínio que sustenta cada caminho.
São as dúvidas que aparecem em quase toda consulta de neurocirurgia vascular — e são elas que estruturam a avaliação do seu caso.
Todo aneurisma precisa ser tratado?
Um aneurisma de 4 mm precisa de cirurgia?
Cirurgia ou embolização: o que define a escolha?
Quando acompanhar é a conduta mais segura?
Em que momento buscar uma segunda opinião?
Quais são os riscos de não tratar?
Atua nos hospitais

Mais de vinte anos entre formação médica e prática clínica, sendo mais de quinze dedicados à neurocirurgia, com concentração em doenças neurovasculares e casos de alta complexidade. Formação e residência na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

A pergunta mais difícil raramente é como operar. É se, quando e por qual via.
Não. Em condições de alta complexidade, ouvir um segundo especialista é prática comum e bem-vinda entre médicos. A segunda avaliação pode confirmar a conduta já indicada ou apontar pontos que merecem ser discutidos antes de decidir.
Nem todo achado exige tratamento imediato. Acompanhamento programado é uma conduta legítima e frequente. A avaliação existe para definir o que o seu caso pede, o que inclui a possibilidade de não operar agora.
Depende da apresentação clínica e do achado. Se você está com sintomas agudos — dor de cabeça súbita e muito intensa, perda de força, alteração da fala ou da consciência — procure imediatamente um pronto-socorro. Situações estáveis e achados incidentais permitem avaliação programada.
Depende de onde é o atendimento. Nos hospitais em que atua, o atendimento é feito pelos convênios. No consultório, o atendimento é particular.
Leve todos os exames de imagem já realizados — angiotomografia, angiorressonância, arteriografia, tomografia ou ressonância — preferencialmente com as imagens em mídia digital, além dos laudos e de relatórios médicos anteriores.
A consulta começa pela sua história clínica e pela revisão das imagens. A partir daí, são discutidas as condutas possíveis, o que muda entre elas e o raciocínio por trás da recomendação. Perguntas são bem-vindas e fazem parte do processo.
Sim. Para pacientes de outras cidades e estados, a avaliação pode ser feita por telemedicina, com o envio prévio dos exames de imagem. Procedimentos e consultas presenciais são realizados em São Paulo.
Nos hospitais em que o Dr. Felipe Vilar atua em São Paulo: Rede São Luiz, Hospital 9 de Julho, Hospital Santa Catarina, Vila Nova Star, Leforte Morumbi e Leforte Liberdade.
Neurologistas e demais especialistas podem encaminhar casos neurovasculares para avaliação conjunta. Fale pelo WhatsApp indicando que se trata de encaminhamento profissional, com um resumo do caso e os exames disponíveis.
Este canal é para consultas e avaliações programadas. Em caso de sintomas agudos — dor de cabeça súbita e muito intensa, déficit neurológico, alteração da consciência ou convulsão — procure imediatamente o pronto-socorro mais próximo ou acione o SAMU (192).
Consulta, avaliação de exames ou segunda opinião em neurocirurgia vascular. Fale com a secretaria pelo WhatsApp para organizar o agendamento.
Av. Ibirapuera, 2907 — conjunto 1618, Moema, São Paulo/SP
Dr. Felipe Vilar — Médico · CRM-SP 117.663 · RQE nº 141.322